"Que eu possa enxergar além do que os meus olhos físicos veem, e possa te reconhecer como parte de mim mesmo... Somos um".
Viva, ame, inspire-se, sonhe, cante, dance... para Honra e Glória do Nosso DEUS Senhor e Salvador.
domingo, 4 de dezembro de 2016
sábado, 3 de dezembro de 2016
LAMIA
Lamia
na mitologia: monstro mítico representado por uma cabeça de mulher com corpo de serpente que, segundo a lenda, se alimentava de homens e crianças.
Significado de Lamia, nome da dona de avião da Chapecoense, é de monstro devorador
Lamia é uma figura mitológica conhecida. Saiba o seu significado e entenda mais da tragédia.
Nesta semana, um nome até então desconhecido, ficou sendo repetido inúmeras vezes no jornalismo brasileiro e mundial: LAMIA. Esse é o nome da empresa aérea que transportou os jogadores do time da Chapecoense para a cidade de Medellín, na Colômbia, onde aconteceria o primeiro jogo da final da Copa Sulamericana. Partida contra o Atlético local. 71 pessoas morreram na queda da aeronove. Apenas seis sobreviveram. O nome oficial da empresa representa uma sigla - Línea Aérea Mérida Internacional de Aviación - no entanto, também pode significar um monstro mitológico. Ao digitar a marca no Google, por exemplo, você encontra fotos desse ser assustador.
Segundo a literatura europeia, especialmente a búlgara, Lamia é um ser mitológico representado por uma mulher. Ela viveria de sugar almas de homens, além de assustar crianças. Na América do Sul, o ser também é conhecido, mas com menos impacto do que na Bulgária. Não se sabe se os donos da empresa tiveram alguma inspiração no ser mitológico. Apesar da triste coincidência, sabemos, é claro, que um simples nome não teria a capacidade de provocar tamanho dano para tantas famílias. Já se sabe que o piloto da aeronave e dono da LAMIA, Miguel Quiroga, estava voado com o combustível limite para a sua viagem.
Áudios vazados na internet exibem a conversa dele com a torre de Medellín. Durante mais de onze minutos, o piloto reclama de falta de combustível e pede ajuda para se localizar no espaço aéreo. O fretamento do voo, feito pela prefeitura de Chapecó, não foi barato, tendo custo de R$ 500 mil. Além da LAMIA, a GOL também chegou a orçar o preço da viagem. Pela empresa mais conhecida, o custo era um pouco maior. A mesma LAMIA já tinha, semanas antes, transportado a seleção da Argentina. Miguel ainda tinha o sonho de fazer o mesmo com a seleção brasileira de futebol, levando craques como Neymar.
Inicialmente, o piloto chegou a ser tratado como um herói, mas agora o contexto que se estabelece é outro.
http://br.blastingnews.com/brasil/2016/12/significado-de-lamia-nome-da-dona-de-aviao-da-chapecoense-e-de-monstro-devorador-001301879.html
terça-feira, 29 de novembro de 2016
Acidente de avião da Chapecoense
Tragédia com avião da Chapecoense mata 71 na Colômbia
Aeronave, que seguia para Medellín, onde equipe iria disputar a final da Copa Sul-Americana, transportava 77 pessoas. Informações iniciais anunciam que há seis sobreviventes
Uma nova tragédia aérea voltou a abalar o mundo do futebol na segunda-feira. O avião em que viajava a equipe brasileira da Chapecoense caiu quando estava prestes a chegar ao seu destino, o aeroporto de Medellín, onde na quarta-feira estava previsto jogar a partida final da Copa Sul-Americana com o Atlético Nacional. No avião viajavam 77 pessoas, 71 morreram e seis sobreviveram ao acidente: dois membros da tripulação, três jogadores e um jornalista. Pelo menos duas dessas vítimas estão em estado grave. As autoridades ainda não confirmaram as razões que fizeram com que o avião, um charter da empresa boliviana Lamia, caísse quando estava tão perto de seu destino.
O avião que transportava a Chapecoense, um Avro Regional Jet 85 (RJ85), deveria ter chegado a Medellín por volta das dez da noite da Colômbia. Pouco antes de iniciar sua descida, perdeu contato com a torre de controle. Os pilotos tinham alertado, de acordo com várias fontes, sobre “falhas elétricas”, embora as autoridades não tenham confirmado a causa exata do acidente. Uma das hipóteses considerada é que o avião ficou sem combustível. O incidente ocorreu nas proximidades do Cerro El Gordo, no município de La Unión, em um lugar relativamente perto do aeroporto José María Córdova, a uma hora de Medellín, a segunda maior cidade da Colômbia.
No momento do acidente, as condições meteorológicas na área eram boas, de acordo com as autoridades locais. No entanto, a falta de luz e a forte chuva que caiu durante toda a noite dificultaram as já em si complicadas tarefas de resgate. O avião caiu em um lugar íngreme, a meia hora a pé da estrada mais próxima. Até 150 pessoas da Aviação Civil, da Força Aérea Colombiana e de agências humanitárias participaram do resgate. Nas buscas, 70% dos corpos foram encontrados na fuselagem do avião, enquanto espalhados pelo terreno estavam os outros 30%, entre eles os dos sobreviventes. As equipes de resgate encontraram destroços da aeronave 500 metros ao redor do local do acidente. Depois de conseguir retirar os corpos, após o meio-dia na hora local, foram encontradas as duas caixas pretas, que fornecerão mais informações sobre as causas do acidente.
As pessoas que foram resgatadas vivas são: Ximena Suárez, auxiliar de voo; Erwin Tumiri, técnico do avião; os jogadores Alan Luiciano Ruschel, Jackson Folmman e Hélio Hermito Zampier. O corpo deste último foi recuperado cinco horas após o acidente. Além deles, sobreviveu à tragédia o jornalista Rafael Malmorbida, que em um primeiro momento foi identificado como Rafael Henzel. O goleiro da equipe brasileira Danilo Padilha foi resgatado vivo, mas morreu antes de chegar a algum dos hospitais para onde os feridos foram levados.
A Chapecoense tinha previsto voar direto para Medellín. A falta de um acordo de comércio aeronáutico impediu, no entanto, que a empresa boliviana Lamia levasse a equipe de São Paulo até Medellín, informou a repórter Talita Bedinelli. Esta operação só é permitida no Brasil para empresas brasileiras ou colombianas. Por isso, a equipe teve que viajar de São Paulo para Santa Cruz (Bolívia), em um voo comercial da Boliviana de Aviación, o que atrasou o charter, que partiu do aeroporto de Viru Viru para Medellín. As autoridades aeronáuticas da Bolívia ressaltaram que o avião partiu de Santa Cruz com tudo “em ordem”, sem defeitos e em boas condições de voo. Recentemente esta mesma empresa tinha sido usada pela seleção argentina para realizar várias viagens.
Em um primeiro momento pensou-se que no avião viajavam 81 pessoas. Depois de verificar as pessoas que tinham embarcado no Brasil e na Bolívia, ficou comprovado que tinham embarcado 68 passageiros de origem brasileira e 9 membros da tripulação de origem boliviana, totalizando 77 pessoas. As quatro pessoas que não iam no avião correspondem a Luciano Buligon, prefeito de Chapecó, a cidade sede da Chapecoense; Plínio Nes Filho, dirigente da Chapecoense; Gelson Merisio, deputado de Santa Catarina e Iván Carlos Agnoletto, jornalista
A equipe brasileira, da cidade de Chapecó, no Estado de Santa Catarina, estava indo a Medellín para disputar a final da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional. A alegria dos jogadores frente a tamanha conquista ficou refletido em um vídeo distribuído pelas redes, no qual os jogadores se mostravam animados antes de deixar Santa Cruz para Medellín. A Chapecoense virou a surpresa da última temporada no futebol latino-americano. Ninguém esperava que um time tão modesto, que esteve prestes a desaparecer por questões econômicas alguns anos atrás, pudesse deixar no caminho clubes como San Lorenzo de Almagro, Independente ou Junior de Barranquilla, também colombiano. Sua jornada na Copa Sul-Americana levou a que muitos o classificassem como o Leicester brasileiro, referindo-se ao atual campeão da liga inglesa. O Atlético Nacional pediu que a Copa fosse entregue, simbolicamente, ao clube brasileiro.
O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, falou logo após a notícia do incidente com seu homólogo brasileiro, Michel Temer. Este, por sua vez, expressou sua tristeza com as famílias das vítimas: “Nesta hora triste em que a tragédia se abate sobre dezenas de famílias brasileiras manifesto a minha solidariedade”. O Ministério das Relações Exteriores da Colômbia trabalha agora para facilitar a repatriação dos corpos com a maior brevidade possível.
As mensagens de solidariedade e apoio às vítimas não demoraram, especialmente no mundo do futebol. Do Real Madrid, que observou um minuto de silêncio, até a solidariedade de figuras como Messi ou Maradona, o futebol voltou a se mostrar unido. O acidente da Chapecoense nos remete a outras tragédias semelhantes sofridas por times de futebol. Em 1949, caiu o avião em que voltava a equipe italiana do Torino depois de jogar em Lisboa. Morreram 42 pessoas, incluindo quase a totalidade dos jogadores. Nove anos depois, o avião que transportava o Manchester United de Munique sofreu um acidente. Oito jogadores, dois diretores e o técnico morreram. Sobreviveram sete jogadores, incluindo a lenda do United, Bobby Charlton.
Fonte: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/11/29/deportes/1480407077_927048.html
sábado, 26 de novembro de 2016
CABELOS LONGOS E SAUDÁVEIS: 6 DICAS DE COMO CUIDAR DOS FIOS NO DIA A DIA
Liso, ondulado ou cacheado, cabelos longos são a paixão das
brasileiras. E para mantê-los sempre bonitos e saudáveis, é necessário
alguns cuidados que vão além da clássica hidratação - que é uma das
principais chaves para cabelos compridos. Alguns hábitos simples no dia a
dia, como a maneira de lavar, pentear e finalizar, são essenciais para
deixar os fios longos ainda mais perfeitos.
1 - LAVE OS CABELOS LONGOS DA MANEIRA CORRETA
Lavar os cabelos compridos exige um cuidado extra! Na hora do shampoo,
nada de esfregar o couro cabeludo ou enrolar o comprimento no topo da
cabeça e esfregá-lo, já que isso pode machucar e causar danos ao
crescimento dos fios. A dica é massagear todo o cabelo, incluindo
comprimento e pontas. Portanto, evite o hábito de friccionar as
pontinhas na hora de fazer espuma, já que isso pode criar pontas duplas e
ressecamento. Na hora do condicionador, a regra é a mesma para todos os
comprimentos de cabelo: evite a raiz e aplique do meio para as pontas. E
por fim, aposte no jato de água gelada nos fios, já que além de fechar
as cutículas, ela é capaz de dar brilho natural aos cabelos.
2 - APOSTE EM MÁSCARAS OU AMPOLAS DE HIDRATAÇÃO NO BANHO
Quem tem cabelo longo sabe que o ressecamento é um dos principais
vilões das madeixas, já que a oleosidade natural do couro cabeludo não
chega as pontinhas com facilidade. Apostar em máscaras de tratamento uma
vez por semana ou a cada 15 dias - dependendo da necessidade dos fios -
é fundamental para manter os fios hidratados, mas para quem está sem
tempo de sobra, vale usar as ampolas capilares durante o banho. Elas
cuidam e hidratam dos fios em poucos minutos, já que têm fórmula
concentrada com substâncias específicas para cada tipo de cabelo. Para
melhorar o resultado, a dica é dividir o cabelo em seções para garantir
que todo o comprimento receba os produtos, mecha por mecha.
3 - PENTEIE DA MANEIRA CORRETA DE ACORDO COM O TIPO DE CABELO
O modo e até mesmo o momento certo de pentear os cabelos é outro hábito
que pode deixar os fios longos ainda mais bonitos. Para as donas de
madeixas lisas e onduladas, a dica é pentear antes do banho para evitar a
quebra do cabelo molhado, que fica mais sensível e flexível. Já quem
tem fios cacheados pode desembaraçar durante o banho, depois de aplicar o
condicionador: dessa forma, os cachinhos estarão mais macios e suaves,
diminuindo as chances de criar nós. E para todos os tipos de cabelo, o
jeito mais prático de pentear é das pontas em direção as raízes, o que
vai diminuir os nós e amenizar o tempo.
4 - ESCOLHA FINALIZADORES ESPECÍFICOS PARA O TIPO DE FIO
Além de pentear da maneira correta, ter um bom finalizador em mãos vai
complementar a aparência dos cabelos longos, deixando os fios mais
bonitos, brilhosos e sem frizz ao longo do dia. A dica é que para cada
tipo de cabelo, existe um produto diferente:os óleos, por exemplo,
servem para todos os tipos de fio e ajudam na hidratação, além de
entregar brilho de forma natural e saudável. Há também o sérum, o
reparador de ponta com silicone e o leave-in, que formam uma camada
protetora nos fios contra danos externos, como vento e poluição.
5 - NÃO ABRA MÃO DO PROTETOR TÉRMICO NA HORA DO SECADOR OU DA CHAPINHA
Por mais que texturizar os cabelos não seja um hábito frequente, toda
mulher se rende ao efeito da chapinha, secador ou babyliss ao menos em
ocasiões especiais.E para evitar o ressecamento e a quebra dos fios por
causa da alta temperatura - principalmente das pontas que tendem a ser
mais ressecadas - aplique sempre um protetor térmico em todo o
comprimento para deixar a fibra capilar selada. Desta forma, também irá
evitar a formação de frizz e aumentar a durabilidade da escova ou dos
cachinhos formados pelo babyliss.
6 - CORTE AS PONTINHAS COM CERTA FREQUÊNCIA
Quem gosta de cabelos longos vive em um dilema: cortar ou não cortar? A
verdade é que deixar de cortar os cabelos não vai fazer com que eles
parem de crescer, já que quem determina o crescimento é o bulbo capilar.
Por isso, de nada adianta fios compridos se as pontas estão ressecadas e
quebradiças, e a dica é apará-las a cada 2 ou 3 meses - dependendo do
tipo de cabelo - para que as madeixas ganhem mais movimento e uma
aparência saudável por todo o comprimento.
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
PAI
Meu pai, meu herói amado, agradeço por ter tido a maravilhosa oportunidade de ser sua filha, nunca te esquecerei. E agora ganhei um pai adotivo, pai de coração, que pediu para ser meu pai, meu tio Gerson que é o irmão do meu pai que já se foi, obrigada aos dois por cuidarem de mim depois de Deus. Grata por todos Vocês que nunca me desampararam, amor de Deus, amor de pai, amor de tio, e todos são meus pais, tudo junto e misturado. 22/11/2016.
sexta-feira, 18 de novembro de 2016
O toque do Shofar e seus simbolismos
Ocupados com nosso cotidiano, tendemos a ficar indiferentes aos
verdadeiros objetivos de nossa vida, como que imersos em sono profundo.
Eis que, repentinamente, um som penetrante se eleva da terra e
reverbera, em sua magnitude, pelos céus. É o chamado do shofar, um dos
instrumentos mais capazes de nos despertar, motivar ao arrependimento e
fazer lembrar que nunca é tarde para recomeçar.
Ocupados com nosso cotidiano, tendemos a ficar indiferentes
aos verdadeiros objetivos de nossa vida, como que imersos em sono
profundo. Eis que, repentinamente, um som penetrante se eleva da terra e
reverbera, em sua magnitude, pelos céus. É o chamado do shofar, um dos
instrumentos mais capazes de nos despertar, motivar ao arrependimento e
fazer lembrar que nunca é tarde para recomeçar.
O som do shofar é uma prece sem palavras cuja eloqüência expressão
alguma seria capaz de transmitir, trazendo consigo uma mensagem de
redenção e arrependimento para todo o Povo de Israel.
Talvez seja esta a razão de um dos momentos mais emocionantes da
celebração das Grandes Festas ser o toque do shofar. É este som que, com
seu clamor, desperta nossas almas para um compromisso renovado e mais
profundo com nossos atos e missão de vida. É como um alerta a nos
lembrar que estes são os dias do Julgamento Celestial e que é preciso
nos conscientizarmos da presença do Criador.
Segundo Maimônides, o som do shofar parece dizer: "Acordai de vosso
sono e ponderai sobre os vossos feitos; lembrai-vos do Criador e voltai a
Ele em penitência. Não sejais daqueles que perdem a realidade de vista
ao perseguir sombras ou esbanjam anos buscando coisas vãs que não lhes
trarão proveito. Olhai bem para dentro de vossas almas e considerai
vossos atos; abandonai os caminhos errados e os maus pensamentos e
voltai a D'us, para que Ele tenha misericórdia convosco!"
Um instrumento milenar
O shofar é um dos mais antigos instrumentos de sopro utilizados pelo
homem. Ao longo da história da humanidade, inventaram-se outros, mais
novos, e os antigos foram sendo abandonados.
Entretanto, o shofar que hoje utilizamos é feito da mesma maneira que
há milhares de anos. Na Torá, é mencionado pela primeira vez na
passagem da Revelação Divina, no Monte Sinai, quando, no terceiro dia
depois de Moisés ter descido: "houve uma nuvem pesada sobre o monte, e o
som do shofar por demais forte, ... fez estremecer todo o povo do
acampamento". E continua o relato bíblico, mais à frente:... "o som do
shofar foi caminhando e aumentando muito; e Moisés falava e D'us lhe
respondia através do som".
Foi também ao som do shofar que caíram as muralhas de Jericó, a
primeira cidade conquistada pelos Filhos de Israel depois de 40 anos no
deserto. Na Antiga Israel, costumava-se tocar o shofar em várias
ocasiões. Era usado para proclamar notícias alegres de paz, assim como
para alertar sobre perigos iminentes ou conclamar à guerra. Durante as
batalhas, o som da Teruá vinha forte a simbolizar o triunfo.
Num primeiro momento, os soldados de Israel tocavam este som de forma
quebrada para intimidar o inimigo e, em seguida, tocavam-no com força,
anunciando a vitória.
Tocavam-no, também, quando se ofereciam sacrifícios no Templo
Sagrado; assim como para anunciar o início do mês, Rosh Chodesh; os dias
de jejum e festas; as ocasiões solenes, como a aproximação da Arca
Sagrada; o advento do Ano Sabático e do Jubileu; na coroação de Profetas
e Reis, desempenhando destacada função tanto em assuntos públicos
quanto religiosos.
De acordo com o Midrash, o shofar precisa ser curvo, indicando que
devemos curvar nossos corações perante D'us. E, como sua finalidade é
inspirar-nos humildade e sentimentos de arrependimento, é fácil entender
porque não é ricamente ornado, como outros objetos de culto.
Permitem-se apenas alguns entalhes no próprio material, não podendo
haver qualquer pintura em sua haste. Se porventura, houver algum
ornamento, deve ficar apenas do lado externo, sem perfurar as paredes.
Isto indica a importância da simplicidade e humildade. Assim como o
shofar se torna inadequado se qualquer adorno de ouro ou prata perfurar o
osso que o compõe, também o ser humano deve manter intacto o seu
interior e não deixar que algo material se aposse de sua mente e de sua
alma.
Pode ser confeccionado com o chifre de qualquer animal casher, à
exceção dos animais bovinos. A razão nos remete ao pecado do bezerro de
ouro cometido no deserto pelos Filhos de Israel, pois, ao implorar pela
Misericórdia Divina, não havemos de querer que D'us se recorde de tão
desastroso evento. Por isso, dá-se preferência ao chifre de um carneiro,
que nos remete à Akeidá, quando foi sacrificado um carneiro em lugar de
nosso patriarca, Itzhak.
Na porção da Torá que se lê no segundo dia de Rosh Hashaná, sobre
esse sacrifício, no momento em que parecia certa a sua morte, um anjo de
D'us chama, dos Céus, dizendo a Abrahão: "Não estendas tua mão contra o
rapaz, pois agora sei que és um homem temente a D'us".
Então, ao erguer seus olhos, Abrahão vê um carneiro preso pelos
chifres, num galho próximo. Toma-o e, em seguida, oferece-o como
sacrifício em lugar de seu filho". O Talmud nos ensina que D'us
considera como se Itzhak tivesse sido sacrificado, pois, aos olhos do
Eterno, a intenção sincera e honesta equivale a uma ação.
Em Rosh Hashaná, quando cada um de nós está sendo julgado por D'us,
tocamos o shofar para invocar os méritos de Itzhak, como fonte de bênção
e proteção para nós, seus descendentes. Pois o Eterno nos disse: "Façam
soar para Mim um shofar feito de chifre de carneiro e Eu me lembrarei
do sacrifício de Itzhak, em seu favor, e pensarei em vocês como se
também estivessem prontos a oferecer suas vidas a Mim".
O ato de ouvir o shofar e de rogar pela Misericórdia Divina sempre
estiveram intrinsecamente enraizados na alma judaica. Mesmo em épocas de
perseguições, os judeus buscavam formas de ouvir os toques sagrados. Na
época da Inquisição Espanhola, por exemplo, os conversos costumavam
procurar os campos, colinas e cavernas para tocar o shofar, apesar de
saber que se fossem apanhados nesse ato seriam queimados vivos. Mesmo em
certos países árabes houve épocas em que os governantes proibiam aos
judeus tocar o shofar pois isso os assustava, fazendo-os pensar que era o
anúncio da chegada do Mashiach, que soprava o shofar da Redenção.
Os diferentes sons do shofar
Tocar o shofar não é tão simples quanto tocar uma trombeta ou outro
instrumento de sopro. O homem encarregado de tocá-lo, o Baal Tokêa,
precisa comprimir os lábios de uma tal maneira que é difícil até para os
mais experientes. É comum fazerem-se várias tentativas antes de
conseguir o som correto. Antes de tocar, o Baal Tokêa recita as bênçãos
em nome de todos os presentes. É importante que a congregação escute o
som do próprio shofar e não o seu eco, pois se apenas ouvir o eco, não
terá cumprido a mitsvá do shofar. Este som não deve apenas ser ouvido,
mas também compreendida e cumprida a sua mensagem. Por esta razão, ao
seu toque devemos permanecer em silêncio, compenetrados.
Sobre o poder do toque do shofar, ensina o Baal Shem Tov: "No palácio
real há muitos cômodos, cada um com uma chave própria. Há uma chave, no
entanto, um único instrumento, que abre todas as portas - é o machado. O
shofar é um machado. Quando uma pessoa, arrebatada pela paixão,
desmonta seu coração diante do Todo Poderoso, ela consegue pôr abaixo
qualquer dos portões do palácio do Rei dos Reis, Melech ha-Melachim, o
Santo, Bendito é Ele".
Três sons característicos compõem os toques do shofar: Tekiyá,
Shevarim e Teruá. O primeiro, Tekiyá, é um som contínuo, como um longo
suspiro, e simboliza o amor do Eterno por Israel. Anuncia também a
coroação de D'us como Rei do Universo. Em Rosh Hashaná celebra-se a
criação de Adão, que imediatamente proclamou D'us como o Rei do Universo
e, a cada novo ano, o som do shofar proclama que Ele é nosso Rei. O
segundo tipo de toques, chamados de Shevarim, são três sons
interrompidos, como soluços.
A Cabalá ensina que são como lamentos, o grito soluçante de um
coração judeu desejoso de se conectar a D'us. Por último ouvimos o som
da Teruá, composto por nove ou mais sons curtíssimos, como suspiros
entrecortados em meio ao pranto, a nos despertar de nosso sono
espiritual. Ensinam nossos sábios que assim como o som da Teruá abre o
coração do pecador, também apazigua a ira Divina.
Os sons entrecortados do shofar - Shevarim e Teruá - lembram suspiros
e gemidos abafados que penetram no coração e servem para despertar a
pessoa para o arrependimento e o retorno. Além de evocar e expressar
sentimentos de profundo pesar pelas más ações que cometemos no passado,
seus toques são uma conclamação às armas, como um tambor de guerra que
confunde nosso inimigo interno e nos estimula a não desistir de nossa
batalha espiritual.
Segundo Rashi, ao tocar o shofar, o povo judeu consegue apaziguar
D'us, pois quando o Eterno ouve o som da Teruá e vê nosso
arrependimento, Ele Se enche de compaixão por Seus filhos, levantando-Se
do Trono da Justiça para Se sentar no da Misericórdia. Como a mensagem
final é a do perdão Divino, o último som, a Tekiyá Guedolá, o grande
toque, é bem longo. Este som não representa soluço, suspiro ou lamento,
mas um grito de triunfo e alegria; pois estamos confiantes de que D'us
tenha aceito o nosso arrependimento. Pode-se notar esta mesma expressão
de alegria na melodia dos versos recitados logo após os toques. Enquanto
os anteriores são solenes, os que os seguem falam da alegria e do
alívio que brotam após um arrependimento sincero. A Tekiyá Guedolá
lembra o grande dia, quando o Grande Shofar será tocado para reunir do
exílio todo o povo de Israel, com a chegada do Mashiach.
Quando se toca o shofar - seja durante o mês de Elul, em Rosh Hashaná
ou em Yom Kipur, o número de toques ou o tipo de combinações de sons
usados depende de interpretações e considerações sobre a Halachá, a Lei
Judaica, e os costumes de cada comunidade. Várias comunidades, por
exemplo, têm o costume de tocá-lo todo dia de manhã, após as orações
matinais, durante o mês de Elul.
Nos dois dias de Rosh Hashaná, na maioria das comunidades, o shofar é
tocado em grupos de três toques, repetindo-se cada grupo três vezes,
totalizando trinta toques. A ordem é a seguinte: o primeiro grupo é
composto por Tekiyá - Shevarim - Teruá - Tekiyá; a seguir,Tekiyá -
Shevarim - Tekiyá ; e, finalmente, Tekiyá - Teruá - Tekiyá. Somando-os,
são noventa toques; e, no final, toca-se mais uma vez o grupo de dez,
perfazendo cem toques.
Nas congregações judaicas de origem síria costuma-se acrescentar
ainda mais um toque de Tekiyá, antes da prece de Aleinu Leshabê'a, ao
término do serviço de Rosh Hashaná. Com isto, chega-se ao total de cento
e um toques, equivalendo ao valor numérico do nome de Michael, o
Arcanjo de Israel, conhecido como Sar Israel, Príncipe de Israel. Assim,
na hora em que rogamos para ser inclusos no Livro da Vida, oferecemos
mais um toque de shofar para pedir ao Arcanjo Michael que venha em nossa
defesa perante a Corte Celestial.
Nas Grandes Festas
Em Rosh Hashaná, o papel do shofar é tão fundamental que a festa é
também chamada de Yom Teruá, o Dia do Toque. Pois é o seu chamado, o
simples toque de uma trombeta, o que anuncia que "o Povo Eleito por D'us
está coroando-O como seu Rei, anunciando a todos os seres vivos que... O
Eterno, D'us de Israel, é Rei Majestoso e Seu Reino a tudo domina".
Um dos mandamentos do dia, como vimos acima, é ouvir o som do shofar,
cem vezes em cada um dos dois dias do Chag. Somente quando o primeiro
dia cai em Shabat, não poderá ser tocado. O segundo dia nunca cai no
Shabat.
Antes dos toques, recita-se sete vezes o Salmo 47. Segundo nossos
sábios, este salmo não se refere somente ao Grande Shofar que será
tocado pelo Mashiach, mas também ao tocado em cada Rosh Hashaná e que
simboliza a redenção dos pecados da alma de cada ser humano. No texto do
salmo, dois conceitos estão entrelaçados: o poder do shofar de inspirar
os homens e o de despertar a Misericórdia Divina.
Aparece também no texto, por sete vezes, a palavra Elo-kim, que se
refere à manifestação de D'us como o Dispensário da Justiça Severa.
Portanto, antes de tocar o shofar pronunciamos quarenta e nove vezes o
nome de D'us em Seu atributo de Justiça. Explicam os sábios que assim
como há quarenta e nove níveis de impureza espiritual antes do nível
mais baixo - a partir do qual nenhuma redenção é possível - há também
quarenta e nove níveis ascendentes de santidade que podem ser alcançados
pelo homem. E o Salmo 47 tem o poder de transformar os quarenta e nove
níveis de impureza espiritual em quarenta e nove níveis de santidade -
isto porque quando Israel almeja a purificação e o aperfeiçoamento, de
forma tão intensa, a Justiça Divina se transforma em Misericórdia.
Em Yom Kipur, no final do serviço, antes do 'Titkabel' da oração do
Kadish, toca-se novamente o shofar. Pelo costume asquenazita, ouve-se
uma longa Tekiyá, enquanto que entre os sefaraditas toca-se dez vezes a
Tekyiá, seguida por uma Teruá final. Se o serviço da Neilá e os versos
que a seguem forem concluídos antes do aparecimento das estrelas, a
congregação deve aguardar seu surgimento para fazer soar o último
shofar. E depois de ouvi-lo, algumas comunidades dizem: "Leshaná haba'á
bi'Yerushalayim!", o próximo ano em Jerusalém!
Há diversas explicações para o toque do shofar no Dia do Perdão. Uma
delas é que na Antiga Israel se tocava o shofar no Yom Kipur do ano de
"Yovel", o Ano do Jubileu, para anunciar que a partir daquele momento
todos os escravos seriam libertados e as dívidas, canceladas.
Portanto, em cada Dia do Perdão tocamos o shofar, símbolo de nossa
esperança de que logo chegue o dia em que o Grande Shofar anuncie a
vinda do Mashiach e, com ela, a nossa verdadeira liberdade.
Bibliografia:
O Livro dos Salmos Comentado, Editora Mayanot
Rabi Kitov, Eliyahu, "The Book of Our Heritage, 1st volume, Feldheim Publishers
Werblowsky , R. J. Zwi e Wigoder, G. "The Oxford Dictionary of the Jewish Religion" - Oxford University Press
Rabi Saadyá Gaon: dez razões simbólicas para o toque do shofar
1) Rosh Hashaná marca o início da Criação e, por conseguinte, o do
reinado de D`us sobre o mundo. Quando um novo rei sobe ao trono, soam as
trombetas. Anualmente saúda-se essa efeméride com os mesmos sons
jubilosos e solenes. Da mesma forma, reafirmamos o poder Divino e Seu
Reinado sobre todos os homens, ano após ano, com o toque do shofar.
2) Os Dez Dias de Teshuvá (Penitência) se iniciam em Rosh Hashaná.
Este anúncio é feito pelo shofar, da mesma forma como quando qualquer
decreto é proclamado. Seus sons nos advertem: "Aperfeiçoa-te!"
3) O som do shofar remete-nos à Revelação, nas encostas do Monte
Sinai, quando seu estrondo encheu os ares, com respeito e temor. Ouvir
estes sons novamente, em Rosh Hashaná, leva-nos a reafirmar o
compromisso de nossos antepassados: nossa vida será dedicada à Torá e a
Seus ensinamentos.
4) As palavras de advertência de nossos Profetas vinham fortes, como
os toques do shofar. Ainda hoje, ecoam em nossos ouvidos, fazendo-nos
despertar da letargia para uma vida melhor.
5) Como recordação das trombetas inimigas ao atacar Jerusalém e
destruir o Templo Sagrado. Ao ouvir os sons do shofar, rogamos pela
pronta reconstrução do Bet Hamicdash e pelo perdão de nossos pecados.
6) Para nos lembrar do compromisso de Itzhak, que acatou a ordem
Divina e aceitou ser oferecido em sacrifício, sendo, no último instante,
substituído por um carneiro. Em Rosh Hashaná, tocamos o shofar porque
oferecemos nossa vida pela santificação de Seu Nome Sagrado.
7) "Poderá o shofar soar na cidade sem que o povo trema de medo?",
perguntou o profeta Amós. Com efeito, seu som solene nos estremece pelo
temor do julgamento Divino. Humilhemo-nos, pois, diante do Criador, aos
sons de Teshuvá.
8) Para nos remeter ao Dia do Julgamento Final, pois... "próximo está
o dia do julgamento de D'us; muito próximo e brevemente ouviremos o
troar do shofar e de nosso júbilo..."
9) O toque do shofar reafirma nossa fé na reunião de todos os
dispersos de nosso povo, fazendo despertar anseio por esse dia
grandioso. Como disse Isaías,... "E será naquele dia, e soará o Grande
Shofar, e voltarão aqueles que pereceram na Terra de Ashur, e aqueles
que foram dispersos na terra do Egito...".
10) Reafirmaremos, ao majestoso toque do shofar, nossa fé na chegada,
em breve, do Mashiach - orando para que não tarde. Poderemos, então,
reunir todos os desgarrados de nosso povo, mundo afora. E, juntos,
testemunharemos a Ressurreição dos Mortos, que se levantarão de seu sono
"... quando o Grande Shofar do Mashiach for ouvido".
Créditos à: http://www.morasha.com.br/rosh-hashana/o-toque-do-shofar-e-seus-simbolismos.html
Texto na porta de um consultorio médico
A enfermidade é um conflito entre a personalidade e a alma.
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a "criança interna" tiraniza.
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a "criança interna" tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
Os joelhos doem quando o orgulho não se dobra.
O câncer mata quando não se perdoa e/ou cansa de viver.
E as dores caladas? Como falam em nosso corpo?
A enfermidade não é má, ela avisa quando erramos a direção.
O caminho para a felicidade não é reto, existem curvas chamadas Equívocos.
Existem semáforos chamados Amigos.
Luzes de precaução chamadas Família.
Ajudará muito ter no caminho uma peça de reposição chamada Decisão.
Um potente motor chamado Amor.
Um bom seguro chamado FÉ.
Abundante combustível chamado Paciência.
Mas há um maravilhoso Condutor e solucionador chamado DEUS!
Os joelhos doem quando o orgulho não se dobra.
O câncer mata quando não se perdoa e/ou cansa de viver.
E as dores caladas? Como falam em nosso corpo?
A enfermidade não é má, ela avisa quando erramos a direção.
O caminho para a felicidade não é reto, existem curvas chamadas Equívocos.
Existem semáforos chamados Amigos.
Luzes de precaução chamadas Família.
Ajudará muito ter no caminho uma peça de reposição chamada Decisão.
Um potente motor chamado Amor.
Um bom seguro chamado FÉ.
Abundante combustível chamado Paciência.
Mas há um maravilhoso Condutor e solucionador chamado DEUS!
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
Mais uma vez OBRIGADA!!!!!!
Meu Deus, mais uma vez estou eu aqui somente para agradecê-Lo pelas muitas bênçãos em minha vida, pois hoje comecei a andar sem muletas, aproveitei e saí, que maravilha, liberdade de novo em minha vida. Sobre a cirurgia estou me recuperando bem agora. E também um agradecimento financeiro que está em andamento e depois virei eu aqui em primeira mão para agradecer. Fatima Lis
terça-feira, 15 de novembro de 2016
Finais de tarde
Amo
finais de tarde... As cores e seus tons. A vida e seus sons. Os
milagres, que acontecem sem alarde. A presença de Deus em cada
pequeneza. Na infinita beleza. De sentir a imensidão do seu amor.
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Claudia Salles
De Alma para Alma
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Claudia Salles
De Alma para Alma
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