Meu pai, meu herói amado, agradeço por ter tido a maravilhosa oportunidade de ser sua filha, nunca te esquecerei. E agora ganhei um pai adotivo, pai de coração, que pediu para ser meu pai, meu tio Gerson que é o irmão do meu pai que já se foi, obrigada aos dois por cuidarem de mim depois de Deus. Grata por todos Vocês que nunca me desampararam, amor de Deus, amor de pai, amor de tio, e todos são meus pais, tudo junto e misturado. 22/11/2016.
Viva, ame, inspire-se, sonhe, cante, dance... para Honra e Glória do Nosso DEUS Senhor e Salvador.
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
sexta-feira, 18 de novembro de 2016
O toque do Shofar e seus simbolismos
Ocupados com nosso cotidiano, tendemos a ficar indiferentes aos
verdadeiros objetivos de nossa vida, como que imersos em sono profundo.
Eis que, repentinamente, um som penetrante se eleva da terra e
reverbera, em sua magnitude, pelos céus. É o chamado do shofar, um dos
instrumentos mais capazes de nos despertar, motivar ao arrependimento e
fazer lembrar que nunca é tarde para recomeçar.
Ocupados com nosso cotidiano, tendemos a ficar indiferentes
aos verdadeiros objetivos de nossa vida, como que imersos em sono
profundo. Eis que, repentinamente, um som penetrante se eleva da terra e
reverbera, em sua magnitude, pelos céus. É o chamado do shofar, um dos
instrumentos mais capazes de nos despertar, motivar ao arrependimento e
fazer lembrar que nunca é tarde para recomeçar.
O som do shofar é uma prece sem palavras cuja eloqüência expressão
alguma seria capaz de transmitir, trazendo consigo uma mensagem de
redenção e arrependimento para todo o Povo de Israel.
Talvez seja esta a razão de um dos momentos mais emocionantes da
celebração das Grandes Festas ser o toque do shofar. É este som que, com
seu clamor, desperta nossas almas para um compromisso renovado e mais
profundo com nossos atos e missão de vida. É como um alerta a nos
lembrar que estes são os dias do Julgamento Celestial e que é preciso
nos conscientizarmos da presença do Criador.
Segundo Maimônides, o som do shofar parece dizer: "Acordai de vosso
sono e ponderai sobre os vossos feitos; lembrai-vos do Criador e voltai a
Ele em penitência. Não sejais daqueles que perdem a realidade de vista
ao perseguir sombras ou esbanjam anos buscando coisas vãs que não lhes
trarão proveito. Olhai bem para dentro de vossas almas e considerai
vossos atos; abandonai os caminhos errados e os maus pensamentos e
voltai a D'us, para que Ele tenha misericórdia convosco!"
Um instrumento milenar
O shofar é um dos mais antigos instrumentos de sopro utilizados pelo
homem. Ao longo da história da humanidade, inventaram-se outros, mais
novos, e os antigos foram sendo abandonados.
Entretanto, o shofar que hoje utilizamos é feito da mesma maneira que
há milhares de anos. Na Torá, é mencionado pela primeira vez na
passagem da Revelação Divina, no Monte Sinai, quando, no terceiro dia
depois de Moisés ter descido: "houve uma nuvem pesada sobre o monte, e o
som do shofar por demais forte, ... fez estremecer todo o povo do
acampamento". E continua o relato bíblico, mais à frente:... "o som do
shofar foi caminhando e aumentando muito; e Moisés falava e D'us lhe
respondia através do som".
Foi também ao som do shofar que caíram as muralhas de Jericó, a
primeira cidade conquistada pelos Filhos de Israel depois de 40 anos no
deserto. Na Antiga Israel, costumava-se tocar o shofar em várias
ocasiões. Era usado para proclamar notícias alegres de paz, assim como
para alertar sobre perigos iminentes ou conclamar à guerra. Durante as
batalhas, o som da Teruá vinha forte a simbolizar o triunfo.
Num primeiro momento, os soldados de Israel tocavam este som de forma
quebrada para intimidar o inimigo e, em seguida, tocavam-no com força,
anunciando a vitória.
Tocavam-no, também, quando se ofereciam sacrifícios no Templo
Sagrado; assim como para anunciar o início do mês, Rosh Chodesh; os dias
de jejum e festas; as ocasiões solenes, como a aproximação da Arca
Sagrada; o advento do Ano Sabático e do Jubileu; na coroação de Profetas
e Reis, desempenhando destacada função tanto em assuntos públicos
quanto religiosos.
De acordo com o Midrash, o shofar precisa ser curvo, indicando que
devemos curvar nossos corações perante D'us. E, como sua finalidade é
inspirar-nos humildade e sentimentos de arrependimento, é fácil entender
porque não é ricamente ornado, como outros objetos de culto.
Permitem-se apenas alguns entalhes no próprio material, não podendo
haver qualquer pintura em sua haste. Se porventura, houver algum
ornamento, deve ficar apenas do lado externo, sem perfurar as paredes.
Isto indica a importância da simplicidade e humildade. Assim como o
shofar se torna inadequado se qualquer adorno de ouro ou prata perfurar o
osso que o compõe, também o ser humano deve manter intacto o seu
interior e não deixar que algo material se aposse de sua mente e de sua
alma.
Pode ser confeccionado com o chifre de qualquer animal casher, à
exceção dos animais bovinos. A razão nos remete ao pecado do bezerro de
ouro cometido no deserto pelos Filhos de Israel, pois, ao implorar pela
Misericórdia Divina, não havemos de querer que D'us se recorde de tão
desastroso evento. Por isso, dá-se preferência ao chifre de um carneiro,
que nos remete à Akeidá, quando foi sacrificado um carneiro em lugar de
nosso patriarca, Itzhak.
Na porção da Torá que se lê no segundo dia de Rosh Hashaná, sobre
esse sacrifício, no momento em que parecia certa a sua morte, um anjo de
D'us chama, dos Céus, dizendo a Abrahão: "Não estendas tua mão contra o
rapaz, pois agora sei que és um homem temente a D'us".
Então, ao erguer seus olhos, Abrahão vê um carneiro preso pelos
chifres, num galho próximo. Toma-o e, em seguida, oferece-o como
sacrifício em lugar de seu filho". O Talmud nos ensina que D'us
considera como se Itzhak tivesse sido sacrificado, pois, aos olhos do
Eterno, a intenção sincera e honesta equivale a uma ação.
Em Rosh Hashaná, quando cada um de nós está sendo julgado por D'us,
tocamos o shofar para invocar os méritos de Itzhak, como fonte de bênção
e proteção para nós, seus descendentes. Pois o Eterno nos disse: "Façam
soar para Mim um shofar feito de chifre de carneiro e Eu me lembrarei
do sacrifício de Itzhak, em seu favor, e pensarei em vocês como se
também estivessem prontos a oferecer suas vidas a Mim".
O ato de ouvir o shofar e de rogar pela Misericórdia Divina sempre
estiveram intrinsecamente enraizados na alma judaica. Mesmo em épocas de
perseguições, os judeus buscavam formas de ouvir os toques sagrados. Na
época da Inquisição Espanhola, por exemplo, os conversos costumavam
procurar os campos, colinas e cavernas para tocar o shofar, apesar de
saber que se fossem apanhados nesse ato seriam queimados vivos. Mesmo em
certos países árabes houve épocas em que os governantes proibiam aos
judeus tocar o shofar pois isso os assustava, fazendo-os pensar que era o
anúncio da chegada do Mashiach, que soprava o shofar da Redenção.
Os diferentes sons do shofar
Tocar o shofar não é tão simples quanto tocar uma trombeta ou outro
instrumento de sopro. O homem encarregado de tocá-lo, o Baal Tokêa,
precisa comprimir os lábios de uma tal maneira que é difícil até para os
mais experientes. É comum fazerem-se várias tentativas antes de
conseguir o som correto. Antes de tocar, o Baal Tokêa recita as bênçãos
em nome de todos os presentes. É importante que a congregação escute o
som do próprio shofar e não o seu eco, pois se apenas ouvir o eco, não
terá cumprido a mitsvá do shofar. Este som não deve apenas ser ouvido,
mas também compreendida e cumprida a sua mensagem. Por esta razão, ao
seu toque devemos permanecer em silêncio, compenetrados.
Sobre o poder do toque do shofar, ensina o Baal Shem Tov: "No palácio
real há muitos cômodos, cada um com uma chave própria. Há uma chave, no
entanto, um único instrumento, que abre todas as portas - é o machado. O
shofar é um machado. Quando uma pessoa, arrebatada pela paixão,
desmonta seu coração diante do Todo Poderoso, ela consegue pôr abaixo
qualquer dos portões do palácio do Rei dos Reis, Melech ha-Melachim, o
Santo, Bendito é Ele".
Três sons característicos compõem os toques do shofar: Tekiyá,
Shevarim e Teruá. O primeiro, Tekiyá, é um som contínuo, como um longo
suspiro, e simboliza o amor do Eterno por Israel. Anuncia também a
coroação de D'us como Rei do Universo. Em Rosh Hashaná celebra-se a
criação de Adão, que imediatamente proclamou D'us como o Rei do Universo
e, a cada novo ano, o som do shofar proclama que Ele é nosso Rei. O
segundo tipo de toques, chamados de Shevarim, são três sons
interrompidos, como soluços.
A Cabalá ensina que são como lamentos, o grito soluçante de um
coração judeu desejoso de se conectar a D'us. Por último ouvimos o som
da Teruá, composto por nove ou mais sons curtíssimos, como suspiros
entrecortados em meio ao pranto, a nos despertar de nosso sono
espiritual. Ensinam nossos sábios que assim como o som da Teruá abre o
coração do pecador, também apazigua a ira Divina.
Os sons entrecortados do shofar - Shevarim e Teruá - lembram suspiros
e gemidos abafados que penetram no coração e servem para despertar a
pessoa para o arrependimento e o retorno. Além de evocar e expressar
sentimentos de profundo pesar pelas más ações que cometemos no passado,
seus toques são uma conclamação às armas, como um tambor de guerra que
confunde nosso inimigo interno e nos estimula a não desistir de nossa
batalha espiritual.
Segundo Rashi, ao tocar o shofar, o povo judeu consegue apaziguar
D'us, pois quando o Eterno ouve o som da Teruá e vê nosso
arrependimento, Ele Se enche de compaixão por Seus filhos, levantando-Se
do Trono da Justiça para Se sentar no da Misericórdia. Como a mensagem
final é a do perdão Divino, o último som, a Tekiyá Guedolá, o grande
toque, é bem longo. Este som não representa soluço, suspiro ou lamento,
mas um grito de triunfo e alegria; pois estamos confiantes de que D'us
tenha aceito o nosso arrependimento. Pode-se notar esta mesma expressão
de alegria na melodia dos versos recitados logo após os toques. Enquanto
os anteriores são solenes, os que os seguem falam da alegria e do
alívio que brotam após um arrependimento sincero. A Tekiyá Guedolá
lembra o grande dia, quando o Grande Shofar será tocado para reunir do
exílio todo o povo de Israel, com a chegada do Mashiach.
Quando se toca o shofar - seja durante o mês de Elul, em Rosh Hashaná
ou em Yom Kipur, o número de toques ou o tipo de combinações de sons
usados depende de interpretações e considerações sobre a Halachá, a Lei
Judaica, e os costumes de cada comunidade. Várias comunidades, por
exemplo, têm o costume de tocá-lo todo dia de manhã, após as orações
matinais, durante o mês de Elul.
Nos dois dias de Rosh Hashaná, na maioria das comunidades, o shofar é
tocado em grupos de três toques, repetindo-se cada grupo três vezes,
totalizando trinta toques. A ordem é a seguinte: o primeiro grupo é
composto por Tekiyá - Shevarim - Teruá - Tekiyá; a seguir,Tekiyá -
Shevarim - Tekiyá ; e, finalmente, Tekiyá - Teruá - Tekiyá. Somando-os,
são noventa toques; e, no final, toca-se mais uma vez o grupo de dez,
perfazendo cem toques.
Nas congregações judaicas de origem síria costuma-se acrescentar
ainda mais um toque de Tekiyá, antes da prece de Aleinu Leshabê'a, ao
término do serviço de Rosh Hashaná. Com isto, chega-se ao total de cento
e um toques, equivalendo ao valor numérico do nome de Michael, o
Arcanjo de Israel, conhecido como Sar Israel, Príncipe de Israel. Assim,
na hora em que rogamos para ser inclusos no Livro da Vida, oferecemos
mais um toque de shofar para pedir ao Arcanjo Michael que venha em nossa
defesa perante a Corte Celestial.
Nas Grandes Festas
Em Rosh Hashaná, o papel do shofar é tão fundamental que a festa é
também chamada de Yom Teruá, o Dia do Toque. Pois é o seu chamado, o
simples toque de uma trombeta, o que anuncia que "o Povo Eleito por D'us
está coroando-O como seu Rei, anunciando a todos os seres vivos que... O
Eterno, D'us de Israel, é Rei Majestoso e Seu Reino a tudo domina".
Um dos mandamentos do dia, como vimos acima, é ouvir o som do shofar,
cem vezes em cada um dos dois dias do Chag. Somente quando o primeiro
dia cai em Shabat, não poderá ser tocado. O segundo dia nunca cai no
Shabat.
Antes dos toques, recita-se sete vezes o Salmo 47. Segundo nossos
sábios, este salmo não se refere somente ao Grande Shofar que será
tocado pelo Mashiach, mas também ao tocado em cada Rosh Hashaná e que
simboliza a redenção dos pecados da alma de cada ser humano. No texto do
salmo, dois conceitos estão entrelaçados: o poder do shofar de inspirar
os homens e o de despertar a Misericórdia Divina.
Aparece também no texto, por sete vezes, a palavra Elo-kim, que se
refere à manifestação de D'us como o Dispensário da Justiça Severa.
Portanto, antes de tocar o shofar pronunciamos quarenta e nove vezes o
nome de D'us em Seu atributo de Justiça. Explicam os sábios que assim
como há quarenta e nove níveis de impureza espiritual antes do nível
mais baixo - a partir do qual nenhuma redenção é possível - há também
quarenta e nove níveis ascendentes de santidade que podem ser alcançados
pelo homem. E o Salmo 47 tem o poder de transformar os quarenta e nove
níveis de impureza espiritual em quarenta e nove níveis de santidade -
isto porque quando Israel almeja a purificação e o aperfeiçoamento, de
forma tão intensa, a Justiça Divina se transforma em Misericórdia.
Em Yom Kipur, no final do serviço, antes do 'Titkabel' da oração do
Kadish, toca-se novamente o shofar. Pelo costume asquenazita, ouve-se
uma longa Tekiyá, enquanto que entre os sefaraditas toca-se dez vezes a
Tekyiá, seguida por uma Teruá final. Se o serviço da Neilá e os versos
que a seguem forem concluídos antes do aparecimento das estrelas, a
congregação deve aguardar seu surgimento para fazer soar o último
shofar. E depois de ouvi-lo, algumas comunidades dizem: "Leshaná haba'á
bi'Yerushalayim!", o próximo ano em Jerusalém!
Há diversas explicações para o toque do shofar no Dia do Perdão. Uma
delas é que na Antiga Israel se tocava o shofar no Yom Kipur do ano de
"Yovel", o Ano do Jubileu, para anunciar que a partir daquele momento
todos os escravos seriam libertados e as dívidas, canceladas.
Portanto, em cada Dia do Perdão tocamos o shofar, símbolo de nossa
esperança de que logo chegue o dia em que o Grande Shofar anuncie a
vinda do Mashiach e, com ela, a nossa verdadeira liberdade.
Bibliografia:
O Livro dos Salmos Comentado, Editora Mayanot
Rabi Kitov, Eliyahu, "The Book of Our Heritage, 1st volume, Feldheim Publishers
Werblowsky , R. J. Zwi e Wigoder, G. "The Oxford Dictionary of the Jewish Religion" - Oxford University Press
Rabi Saadyá Gaon: dez razões simbólicas para o toque do shofar
1) Rosh Hashaná marca o início da Criação e, por conseguinte, o do
reinado de D`us sobre o mundo. Quando um novo rei sobe ao trono, soam as
trombetas. Anualmente saúda-se essa efeméride com os mesmos sons
jubilosos e solenes. Da mesma forma, reafirmamos o poder Divino e Seu
Reinado sobre todos os homens, ano após ano, com o toque do shofar.
2) Os Dez Dias de Teshuvá (Penitência) se iniciam em Rosh Hashaná.
Este anúncio é feito pelo shofar, da mesma forma como quando qualquer
decreto é proclamado. Seus sons nos advertem: "Aperfeiçoa-te!"
3) O som do shofar remete-nos à Revelação, nas encostas do Monte
Sinai, quando seu estrondo encheu os ares, com respeito e temor. Ouvir
estes sons novamente, em Rosh Hashaná, leva-nos a reafirmar o
compromisso de nossos antepassados: nossa vida será dedicada à Torá e a
Seus ensinamentos.
4) As palavras de advertência de nossos Profetas vinham fortes, como
os toques do shofar. Ainda hoje, ecoam em nossos ouvidos, fazendo-nos
despertar da letargia para uma vida melhor.
5) Como recordação das trombetas inimigas ao atacar Jerusalém e
destruir o Templo Sagrado. Ao ouvir os sons do shofar, rogamos pela
pronta reconstrução do Bet Hamicdash e pelo perdão de nossos pecados.
6) Para nos lembrar do compromisso de Itzhak, que acatou a ordem
Divina e aceitou ser oferecido em sacrifício, sendo, no último instante,
substituído por um carneiro. Em Rosh Hashaná, tocamos o shofar porque
oferecemos nossa vida pela santificação de Seu Nome Sagrado.
7) "Poderá o shofar soar na cidade sem que o povo trema de medo?",
perguntou o profeta Amós. Com efeito, seu som solene nos estremece pelo
temor do julgamento Divino. Humilhemo-nos, pois, diante do Criador, aos
sons de Teshuvá.
8) Para nos remeter ao Dia do Julgamento Final, pois... "próximo está
o dia do julgamento de D'us; muito próximo e brevemente ouviremos o
troar do shofar e de nosso júbilo..."
9) O toque do shofar reafirma nossa fé na reunião de todos os
dispersos de nosso povo, fazendo despertar anseio por esse dia
grandioso. Como disse Isaías,... "E será naquele dia, e soará o Grande
Shofar, e voltarão aqueles que pereceram na Terra de Ashur, e aqueles
que foram dispersos na terra do Egito...".
10) Reafirmaremos, ao majestoso toque do shofar, nossa fé na chegada,
em breve, do Mashiach - orando para que não tarde. Poderemos, então,
reunir todos os desgarrados de nosso povo, mundo afora. E, juntos,
testemunharemos a Ressurreição dos Mortos, que se levantarão de seu sono
"... quando o Grande Shofar do Mashiach for ouvido".
Créditos à: http://www.morasha.com.br/rosh-hashana/o-toque-do-shofar-e-seus-simbolismos.html
Texto na porta de um consultorio médico
A enfermidade é um conflito entre a personalidade e a alma.
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a "criança interna" tiraniza.
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a "criança interna" tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
Os joelhos doem quando o orgulho não se dobra.
O câncer mata quando não se perdoa e/ou cansa de viver.
E as dores caladas? Como falam em nosso corpo?
A enfermidade não é má, ela avisa quando erramos a direção.
O caminho para a felicidade não é reto, existem curvas chamadas Equívocos.
Existem semáforos chamados Amigos.
Luzes de precaução chamadas Família.
Ajudará muito ter no caminho uma peça de reposição chamada Decisão.
Um potente motor chamado Amor.
Um bom seguro chamado FÉ.
Abundante combustível chamado Paciência.
Mas há um maravilhoso Condutor e solucionador chamado DEUS!
Os joelhos doem quando o orgulho não se dobra.
O câncer mata quando não se perdoa e/ou cansa de viver.
E as dores caladas? Como falam em nosso corpo?
A enfermidade não é má, ela avisa quando erramos a direção.
O caminho para a felicidade não é reto, existem curvas chamadas Equívocos.
Existem semáforos chamados Amigos.
Luzes de precaução chamadas Família.
Ajudará muito ter no caminho uma peça de reposição chamada Decisão.
Um potente motor chamado Amor.
Um bom seguro chamado FÉ.
Abundante combustível chamado Paciência.
Mas há um maravilhoso Condutor e solucionador chamado DEUS!
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
Mais uma vez OBRIGADA!!!!!!
Meu Deus, mais uma vez estou eu aqui somente para agradecê-Lo pelas muitas bênçãos em minha vida, pois hoje comecei a andar sem muletas, aproveitei e saí, que maravilha, liberdade de novo em minha vida. Sobre a cirurgia estou me recuperando bem agora. E também um agradecimento financeiro que está em andamento e depois virei eu aqui em primeira mão para agradecer. Fatima Lis
terça-feira, 15 de novembro de 2016
Finais de tarde
Amo
finais de tarde... As cores e seus tons. A vida e seus sons. Os
milagres, que acontecem sem alarde. A presença de Deus em cada
pequeneza. Na infinita beleza. De sentir a imensidão do seu amor.
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Claudia Salles
De Alma para Alma
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Claudia Salles
De Alma para Alma
domingo, 13 de novembro de 2016
sábado, 12 de novembro de 2016
A Carta à Igreja em Esmirna
A Carta à Igreja em Esmirna
Durante o período em que Paulo ficou em Éfeso, na sua terceira viagem evangelística, “todos os habitantes da Ásia” ouviram
o evangelho de Jesus (Atos 19:10). Pedro incluiu os eleitos e
forasteiros da Ásia entre os destinatários de sua primeira carta (1
Pedro 1:1). É bem possível que a igreja em Esmirna, uma cidade situada
aproximadamente 65 km ao norte de Éfeso, esteja incluída nestas
citações. Mas, a primeira vez que ela é identificada por nome é nas
citações no Apocalipse. Por isso, não temos informações específicas
sobre esta igreja, além dos quatro versículos desta carta ao anjo da
igreja em Esmirna. O pouco que sabemos é positivo. Esta carta elogia e
encoraja, sem oferecer nenhuma crítica dos cristãos em Esmirna.
Ao Anjo da Igreja em Esmirna (Apocalipse 2:8-11)
A igreja em Esmirna
(8): Hoje conhecida com Izmir, a terceira maior cidade da Turquia e o
segundo mais importante porto do país, Esmirna era uma cidade antiga de
uma região habitada durante milhares de anos antes de Cristo. A antiga
cidade foi destruída pelos lídios em 600 a.C. e reconstruída pelos
gregos no final do 4º século a.C. A cidade ganhou nova vida, e pode ser
descrita como uma cidade que morreu e tornou a viver. Durante o domínio
romano, Esmirna se tornou um centro de idolatria oficial, conhecida como
Guardião do Templo (grego, neokoros). Foi a primeira cidade da Ásia a
construir um templo para a adoração da cidade (deusa) de Roma (195
a.C.). Em 26 d.C., foi escolhida como local do templo ao imperador
Tibério. Foram descobertas imagens, na praça principal da cidade, de
Posêidon (deus grego do mar) e de Deméter (deusa grega da ceifa e da
terra).
Na
época do Novo Testamento, Esmirna provavelmente tinha uma população de
aproximadamente 100.000. Por ser um porto excelente, facilitando o
comércio entre a Ásia e a Europa, era uma cidade próspera.
Estas coisas diz o primeiro e o último (8): Jesus começa esta carta com as palavras de 1:17, frisando a sua eternidade.
Que esteve morto e tornou a viver
(8): Quase igual a afirmação de 1:18, esta frase destaca a vitória
sobre a morte na ressurreição. Na situação dos discípulos de Esmirna,
encarando perseguições difíceis, seria especialmente importante lembrar
da ressurreição de Jesus. O Senhor deles não fracassou diante da morte;
ele a venceu! Eles, sendo fiéis, teriam a mesma esperança.
Conheço a tua tribulação
(9): Jesus, no meio dos candeeiros, viu o sofrimento de seus
seguidores. Da mesma maneira que ele se compadeceu dos angustiados na
terra durante o seu ministério (veja Marcos 1:41), ele olhou com
compaixão para aqueles que sofriam em Esmirna. Mesmo assim, ele não os
poupou de toda a dor, como veremos no versículo 10. A palavra
“tribulação”, aqui, significa pressão que vem de fora.
A tua pobreza (mas tu és rico) (9):
Apesar de morarem numa cidade próspera, os cristãos em Esmirna eram
pobres. Provavelmente sofriam discriminação por causa da fé, e assim se
tornaram pobres. É bem possível, também, que tivessem sacrificado seus
recursos em prol do evangelho, como os macedônios fizeram para ajudar os
irmãos necessitados alguns anos antes (veja 2 Coríntios 8:1-9). Mas a
pobreza material não tem importância quando há riqueza espiritual (veja 3
João 2). A situação dos discípulos em Esmirna era muito melhor do que a
da igreja em Laodicéia, que se achava rica apesar de sua pobreza
espiritual (3:17).
A blasfêmia dos falsos judeus
(9): Blasfemar é falar mal. Freqüentemente, refere-se a blasfêmia
contra Deus. Aqui, porém, a blasfêmia é um aspecto do sofrimento dos
crentes em Esmirna. Esta difamação veio de pessoas que se chamavam
judeus mas, de fato, não eram verdadeiros judeus. Os judeus, que tiveram
uma sinagoga em Esmirna, perseguiam os cristãos. Ao invés de serem
verdadeiros judeus e descendentes espirituais de Abraão (veja João
8:39-47; Romanos 2:28-29), eram servos de Satanás, o principal mentiroso
e acusador dos fiéis (12:9-10; João 8:44).
Não temas as coisas que tens de sofrer
(10): O conforto oferecido por Jesus não é o livramento do sofrimento.
Ele anima os discípulos em Esmirna a não desistirem diante das
tribulações que viriam logo. Covardes não têm esperança em Cristo
(21:8). Pessoas que fogem da sua responsabilidade diante de Jesus por
medo de sofrer não são dignas da comunhão com ele. Pessoas que ensinam
que o servo fiel será próspero e livre de sofrimento nesta vida não
acreditam nas palavras que Jesus mandou à igreja em Esmirna!
O diabo está para lançar em prisão alguns dentre vós (10): O diabo é visto como a fonte da perseguição. Alguns seriam presos, provavelmente aguardando julgamento e possível morte.
Para seres postos à prova, e tereis tribulação de dez dias
(10): O efeito da tribulação seria o de provar a fé desses cristãos. A
sua lealdade a Cristo seria testada sob ameaças de morte. Mas a
perseguição não continuaria para sempre. Dez dias sugere um tempo curto
mas completo. Seria uma provação completa, mas teria um fim.
Por
ter vínculos tão fortes com a idolatria oficial de Roma, Esmirna se
tornou uma cidade perigosa para os cristãos. Esta carta fala sobre
perseguições que viriam. Até décadas depois do Apocalipse, perseguições
atingiram seguidores de Cristo na cidade.
Sê fiel até à morte
(10): O fim desta perseguição, para alguns, poderia ser a própria
morte. Mesmo assim, deveriam ser fiéis. Às vezes, arrumamos qualquer
desculpa para não fazer algo que Deus pede. Mas nada, nem a nossa
própria vida, deve ser mais importante do que a nossa fidelidade a Deus.
E dar-te-ei a coroa da vida
(10): A palavra “coroa” (grego, stephanos) refere-se à coroa de
vitória. A coroa da vida vem de Deus, o único que pode dar a vida (veja
João 5:26; 14:6; 1 João 1:1-2). Aqueles que amam a vinda de Jesus
receberão a coroa da justiça (2 Timóteo 4:8).
Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas (11): Como em todas as cartas às igrejas, Jesus chama os destinatários a ouvirem a sua mensagem.
O vencedor (11): Aqueles que permanecem fiéis diante das perseguições são vencedores com Cristo.
De nenhum modo sofrerá dano da segunda morte
(11): Não sofreria o castigo eterno (20:6,14; 21:8). Os perseguidores
poderiam até causar a primeira morte, mas os fiéis não sofrerão a
segunda morte (veja Mateus 10:28).
Conclusão
Morar
em Esmirna no primeiro século não seria fácil para o discípulo de
Jesus. Além das perseguições pelos judeus, eles enfrentavam uma ameaça
mais organizada e mais poderosa. A idolatria oficial, juntando a
religião à força do governo, prometia uma perseguição perigosa aos
cristãos da cidade, tentando-os a abandonarem a sua fé para melhorar as
suas circunstâncias ou até para evitar a morte violenta. Para vencer
esta tentação, teriam que acreditar no poder daquele que já venceu a
morte. Mesmo se morressem, as suas vidas eternas seriam garantidas
somente se mantivessem sua confiança no eterno Senhor, “o primeiro e o último, que esteve morto e tornou a viver”.
– por Dennis AllanA borboleta azul – Sabedoria Indiana
Havia no alto da montanha um sábio. Diariamente, pessoas de todo o
reino subiam a montanha para fazer perguntas ao sábio, que pacientemente
atendia a todos.
E havia dois jovens garotos que sempre iam até o
sábio, com a intenção de fazer perguntas para as quais o sábio não
tinha resposta. Mas para todas as perguntas, o sábio encontrava uma
resposta. Isso se repetia por semanas, meses…
Impacientes com o sábio, os garotos resolveram inventar uma pergunta
que ele não saberia responder. Então, um deles apareceu com uma linda
borboleta azul que usaria para pregar uma peça no sábio.
- O que você vai fazer? – perguntou o outro garoto.
- Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta. Se o sábio disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar. Mas se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la. E assim, qualquer resposta que o sábio nos der estará errada!
Os dois garotos foram então ao encontro do sábio, que estava meditando.
Ao chegar, o garoto logo disse:
- Tenho aqui em minhas mãos uma borboleta azul. Diga-me, sábio, ela está viva ou morta?
Calmamente o sábio sorriu e respondeu:
- Depende de você. Ela está em suas mãos.
Assim é a nossa vida, nosso presente e nosso futuro. Nós somos os responsáveis. Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta. Cabe a nós escolher o que fazer com ela.
- O que você vai fazer? – perguntou o outro garoto.
- Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta. Se o sábio disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar. Mas se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la. E assim, qualquer resposta que o sábio nos der estará errada!
Os dois garotos foram então ao encontro do sábio, que estava meditando.
Ao chegar, o garoto logo disse:
- Tenho aqui em minhas mãos uma borboleta azul. Diga-me, sábio, ela está viva ou morta?
Calmamente o sábio sorriu e respondeu:
- Depende de você. Ela está em suas mãos.
Assim é a nossa vida, nosso presente e nosso futuro. Nós somos os responsáveis. Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta. Cabe a nós escolher o que fazer com ela.
sexta-feira, 11 de novembro de 2016
A linguagem das coisas
ESTAMOS CHEGANDO AO FINAL DO ANO!
UMA ÓTIMA OPORTUNIDADE DE FAZER AQUELA LIMPA
QUE VOCÊ DESEJA FAZER FAZ TEMPO...
A linguagem das coisas
Descartar parte de sua vida pode revelar tantas coisas com relação a si mesmo quanto várias sessões de terapia.
Aquilo que você guarda e o que joga fora, o que compra ou deixa de comprar, é um espelho que reflete fora o que você pensa e sente por dentro.
Mas por que nos apegamos a tantas coisas?
Os objetos são o que usamos para nos definir e para sinalizar aos outros quem somos. Sapatos, automóveis ou a decoração da casa são elementos que empregamos para exteriorizar nossa personalidade, tanto quanto para ajudar a construí-la.
No Neolítico, ser rejeitado pelo grupo significava morrer. Naquele tempo uma pessoa não tinha muitas chances de sobreviver se fosse deixada sozinha numa floresta. E não pense que você está imune a isso. Mesmo para aqueles que optaram por uma vida mais simples, o desejo de impressionar pode continuar latente por debaixo do pano.
Somos movidos pelas associações que damos às pessoas, situações e coisas. Colocamos etiquetas emocionais nelas e na verdade é a elas que somos ligados.
Observar nossas atitudes é o que vale, pois é o ponto de partida da busca pela consciência.
Pratique o desapego.
Mais importante que as coisas, são as pessoas.
* extraído da revista Vida Simples.
De Alma para Alma
UMA ÓTIMA OPORTUNIDADE DE FAZER AQUELA LIMPA
QUE VOCÊ DESEJA FAZER FAZ TEMPO...
A linguagem das coisas
Descartar parte de sua vida pode revelar tantas coisas com relação a si mesmo quanto várias sessões de terapia.
Aquilo que você guarda e o que joga fora, o que compra ou deixa de comprar, é um espelho que reflete fora o que você pensa e sente por dentro.
Mas por que nos apegamos a tantas coisas?
Os objetos são o que usamos para nos definir e para sinalizar aos outros quem somos. Sapatos, automóveis ou a decoração da casa são elementos que empregamos para exteriorizar nossa personalidade, tanto quanto para ajudar a construí-la.
No Neolítico, ser rejeitado pelo grupo significava morrer. Naquele tempo uma pessoa não tinha muitas chances de sobreviver se fosse deixada sozinha numa floresta. E não pense que você está imune a isso. Mesmo para aqueles que optaram por uma vida mais simples, o desejo de impressionar pode continuar latente por debaixo do pano.
Somos movidos pelas associações que damos às pessoas, situações e coisas. Colocamos etiquetas emocionais nelas e na verdade é a elas que somos ligados.
Observar nossas atitudes é o que vale, pois é o ponto de partida da busca pela consciência.
Pratique o desapego.
Mais importante que as coisas, são as pessoas.
* extraído da revista Vida Simples.
De Alma para Alma
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